Quinta-feira, Janeiro 07, 2010
|Terça-feira, Janeiro 05, 2010
Mensagem do Facebook
Meus amigos do Facebook receberam uma mensagem misteriosa como se tivesse sido enviada por mim. Não fui eu que mandei. Aliás, raramente tenho usado o Facebook, então não entendo como posso ter sido "contaminado" por algum vírus. No mínimo, posso ter sido "hackeado". Por favor, não cliquem no link da mensagem. Desculpem o incômodo.
Domingo, Janeiro 03, 2010
Comentário do Boris Casoy
Muito do que eu escrevi sobre o episódio de Maitê Proença em Portugal vale para o que aconteceu com Boris Casoy. Um comentário politicamente incorreto que ele fez sobre os garis vazou durante o intervalo do telejornal. E agora os seus desafetos estão exultantes, pois "caiu a máscara".
Que ficou chato, ficou, sem dúvida. Mas também não acho que justifique esse "linchamento virtual" que está acontecendo na Internet. Será que o público pensa que os formadores de opinião são espécimes raros de pureza e perfeição na intimidade? Que nunca contaram uma piada preconceituosa? Lembram quando Lula chamou Pelotas de "polo de exportação de veados"? Tomara que nunca uma observação minha feita na intimidade seja captada por um microfone. Vão descobrir que eu sou humano igual aos outros e minha "máscara vai cair".
Para lerem o que eu escrevi sobre Maitê, cliquem aqui. E confiram também outro texto meu que, de certa forma, tem a ver com o assunto: "Fofoca, não". Todo o mundo já falou mal de alguém um dia e isso não significa que haja uma inimizade secreta ou trama sendo urdida. O que não pode acontecer é a comunicação chegar em ouvidos errados.
Que ficou chato, ficou, sem dúvida. Mas também não acho que justifique esse "linchamento virtual" que está acontecendo na Internet. Será que o público pensa que os formadores de opinião são espécimes raros de pureza e perfeição na intimidade? Que nunca contaram uma piada preconceituosa? Lembram quando Lula chamou Pelotas de "polo de exportação de veados"? Tomara que nunca uma observação minha feita na intimidade seja captada por um microfone. Vão descobrir que eu sou humano igual aos outros e minha "máscara vai cair".
Para lerem o que eu escrevi sobre Maitê, cliquem aqui. E confiram também outro texto meu que, de certa forma, tem a ver com o assunto: "Fofoca, não". Todo o mundo já falou mal de alguém um dia e isso não significa que haja uma inimizade secreta ou trama sendo urdida. O que não pode acontecer é a comunicação chegar em ouvidos errados.
Haloscan
Não sei até quando, mas acabo de constatar que os comentários continuam ativos. E o "prazo fatal" teria sido ontem. Em outros países, não sei, mas aqui no Brasil vai ser praticamente impossível alguém querer pagar por um serviço que teve de graça por muitos anos. Será que eles voltam atrás?
Sexta-feira, Janeiro 01, 2010
Um apócrifo pode estar surgindo
Há muitos anos, recebi de uma amiga um texto sobre amizade que eu reconheci imediatamente. Mas não constava o autor. Apenas para confirmar, perguntei se não era do cronista gaúcho Paulo San'tanna, mas ela respondeu que não sabia. Algum tempo depois, o mesmo texto - que era realmente do Sant'anna - passou a circular com a assinatura de Vinicius de Moraes.
Foi aí que formulei minha teoria sobre como nasce um apócrifo, ou texto com autoria falsamente atribuída. Não acredito na hipótese de premeditação, como alguns pensam. Há quem chegue a nutrir um ódio virtual pela figura hipotética do responsável: "Ah, quando eu descobrir quem fez isso..." Mas não foi uma pessoa, especificamente. O que geralmente acontece é que um internauta acha um texto interessante e decide divulgá-lo. Mas, como nunca ouviu falar no autor, repassa sem assinatura, mesmo. Depois de um certo tempo, algum iluminado "reconhece" o estilo e insere uma assinatura por sua conta. Está feito o estrago.
Na semana passada, minha irmã me enviou uma crônica bem divertida do escritor gaúcho Paulo Wainberg sobre as praias do Rio Grande do Sul. Respondi a ela que breve o texto deveria estar circulando como se fosse de... Melhor nem citar o nome. Não quero precipitar o fenômeno. Mas vocês devem saber de quem estou falando.
Pois bem: dois dias depois chegou o mesmo texto enviado por um colega, mas sem assinatura. Com certeza ele já o recebeu assim. Ou seja: está acontecendo o que eu previa. Mais rápido do que eu pensava. Logo, logo eu e os demais "chatos de plantão" estaremos avisando aos incautos: "Este texto não é dele, é de Paulo Wainberg".
Para ler a crônica em questão, cliquem aqui.
Foi aí que formulei minha teoria sobre como nasce um apócrifo, ou texto com autoria falsamente atribuída. Não acredito na hipótese de premeditação, como alguns pensam. Há quem chegue a nutrir um ódio virtual pela figura hipotética do responsável: "Ah, quando eu descobrir quem fez isso..." Mas não foi uma pessoa, especificamente. O que geralmente acontece é que um internauta acha um texto interessante e decide divulgá-lo. Mas, como nunca ouviu falar no autor, repassa sem assinatura, mesmo. Depois de um certo tempo, algum iluminado "reconhece" o estilo e insere uma assinatura por sua conta. Está feito o estrago.
Na semana passada, minha irmã me enviou uma crônica bem divertida do escritor gaúcho Paulo Wainberg sobre as praias do Rio Grande do Sul. Respondi a ela que breve o texto deveria estar circulando como se fosse de... Melhor nem citar o nome. Não quero precipitar o fenômeno. Mas vocês devem saber de quem estou falando.
Pois bem: dois dias depois chegou o mesmo texto enviado por um colega, mas sem assinatura. Com certeza ele já o recebeu assim. Ou seja: está acontecendo o que eu previa. Mais rápido do que eu pensava. Logo, logo eu e os demais "chatos de plantão" estaremos avisando aos incautos: "Este texto não é dele, é de Paulo Wainberg".
Para ler a crônica em questão, cliquem aqui.
Quinta-feira, Dezembro 31, 2009
Adeus ano velho
O ano de 2009 foi um "dois em um", para mim. Normalmente se diz "ano novo, vida nova", mas comigo foi semestre novo. A virada aconteceu na metade. Até junho eu estava vivendo uma realidade. De repente, mudou tudo. Isso de certa forma prejudicou a "sensação de continuidade" que se espera de um ano civil. A última vez em que tive um ano assim foi em 1970, em que troquei de colégio no segundo semestre. Eu tinha nove anos. Mas o legal é que sempre se encontram coisas boas na caixinha de surpresas.
Em 1976, ouvi na Rádio Continental uma música de Hermes Aquino chamada "2010". "Sim, foi em 2010 / que o fato aconteceu..." Achei curioso que, estando tão longe do esperado ano 2000, Hermes já imaginasse o que aconteceria dez anos além. Acho que eu nem fiz as contas para saber que idade eu teria nessa data. Mas ela está chegando.
Feliz Ano Novo!
Em 1976, ouvi na Rádio Continental uma música de Hermes Aquino chamada "2010". "Sim, foi em 2010 / que o fato aconteceu..." Achei curioso que, estando tão longe do esperado ano 2000, Hermes já imaginasse o que aconteceria dez anos além. Acho que eu nem fiz as contas para saber que idade eu teria nessa data. Mas ela está chegando.
Feliz Ano Novo!
Quarta-feira, Dezembro 30, 2009
Fechamentos
Quando as Casas Bahia inauguraram em Porto Alegre, em outubro de 2004, trouxeram Scheila Carvalho para a festa de abertura. Eu questionei aqui no Blog: Scheila Carvalho pra quê? As gaúchas são muito mais bonitas, mesmo as que não são famosas. Pelo visto, foi o primeiro de muitos erros táticos da loja no Rio Grande do Sul. Estão fechando as portas no estado. Acho que o marketing de "quer pagar quanto" não funcionou na prática. Devia ter muita gente não querendo pagar nada.
Não são só as Casas Bahia de Porto Alegre que se despedem com 2009. Fechou também a Multisom da Galeria Chaves. Eu nem lembro quando ela abriu, mas recordo que antes existia no local a Casa Coelho, também vendendo discos. Uma apenas assumiu o espaço da outra. A Coelho inaugurou em 1975, se não me engano. Vamos ver o que virá no lugar, mas acho que não serão CDs. A culpa é dessa turma que fica pirateando música para disponibilizar em mp3 na Internet. Vejam o que vocês fizeram, seus irresponsáveis!
Por fim, fechou ainda a LAN house da Galeria Sete de Setembro.
Não são só as Casas Bahia de Porto Alegre que se despedem com 2009. Fechou também a Multisom da Galeria Chaves. Eu nem lembro quando ela abriu, mas recordo que antes existia no local a Casa Coelho, também vendendo discos. Uma apenas assumiu o espaço da outra. A Coelho inaugurou em 1975, se não me engano. Vamos ver o que virá no lugar, mas acho que não serão CDs. A culpa é dessa turma que fica pirateando música para disponibilizar em mp3 na Internet. Vejam o que vocês fizeram, seus irresponsáveis!
Por fim, fechou ainda a LAN house da Galeria Sete de Setembro.
Segunda-feira, Dezembro 28, 2009
O autor de "A Idade de Ser Feliz"
O Banrisul lançou um vídeo institucional de fim de ano com o poema "A Idade de Ser Feliz", com participação do percussionista Giba Giba e atores diversos. Mas não indica o autor. Perdeu uma boa chance de divulgar de uma vez por todas a autoria correta: Geraldo Eustáquio de Souza, e não Mario Quintana, como muitos pensam.
Leia também: Os falsos Quintanas
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